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... what's it ?


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Acho que o parágrafo acima expressa parte do que tenho vontade de fazer....
Estou lotado de atividades e todas, a todo momento, estão cobrando resultados, de alguma forma...

Faculdade, estágio, empresa júnior e grupo de desenvolvimento de jogos... Certas vezes paro para pensar por que me comprometi com cada uma dessas atividades..
A primeira em que começo a lançar pedras é a faculdade... dificilmente as outras atividades existiriam se eu não estivesse entrado numa.. e o motivo em que sempre paro me deixa tão para baixo que desisto de pensar e vou fazer qualquer outra atividade (seja dormir, jogar um jogo, e... hehe.. até mesmo lavar roupas..). Não sei se conseguirei exprimir o motivo, mas acho que seria bem representado por: influência e vontade de não decepcionar meus pais. O primeiro motivo é quase trivial... imagino que a maioria das pessoas que fizeram ensino médio foram incentivadas por todos os lados a fazer curso superior (parentes perguntando "Vai prestar vestibular para que [curso]?".. além de ser tema constante em algumas rodas de amigos e atividades escolares)... O segundo já considero mais pessoal. Cresci ouvindo meu pai dizendo que uma das metas da vida dele era dar a infra-estrutura ((off-topic) daqui há alguns meses essa ortografia já estará errada... vide novas regras..) para que os filhos fizessem curso superior... meus irmãos já concluíram.. sobrou eu, o caçula.. que sem muita visão crítica acabou tendo a mesma vontade.
Hoje, com uma mente mais amadurecida (acho que o fato de morar longe dos pais ajuda bastante nesse processo), confesso que a decisão não é das piores.. mas não recomendaria a ninguém estimular seus filhos a fazer curso superior da forma como fui estimulado. A chance de falha fica grande no momento em que a "cria" começa a se questionar.. Me mantive no curso mais por medo (difícil escrever essa palavra) de ver meus pais decepcionados comigo... Apesar de hoje perceber a importância de um curso superior e pretender formar por motivação própria... ainda tenho muito medo de decepcioná-los de alguma forma (vejo até hoje o semblante nada agradável quando lembram que já tive 2 reprovações (eh.. nenhum dos meus irmãos tiveram...) )

Meu pai tem muito a mente de trabalhador: formar, possivelmente fazendo estágio, conseguir um emprego e viver a vida... se possível passando em um bom concurso público. A visão não está errada (acho que nunca comentei minha visão sobre essa palavra e seu antônimo, certa.... mas fica pruma outra oportunidade...).. mas é muito limitada.. tira toda a capacidade empreendedora do sujeito influenciado, que acaba sendo obrigado a conseguir isso de outras fontes, se quiser crescer mais....
Sobre empreendedorismo, não tenho muito a dizer... ainda é um conceito vago em minha mente, mas já o associo a diversas coisas.. como "Fazer idéias", "Tirar a idéia do papel", "O papel do empresário e do empreendedor", "Inovação", "Criatividade", "Força de vontade", e algumas outras idéias inspiradoras..

Há algum tempo... via empreendedorismo como um termo puramente comercial. Hoje tenho consciência de sua aplicabilidade no indivíduo. Gosto de fazer tal associação de maneira simples: Imagine que você tem uma empresa. Provavelmente irá cuidar dela muito bem, de maneira a fazer o seu negócio dar certo (não necessariamente lucro financeiro)... a elaboração de um planejamento estratégico é quase um pré-requisito para se ter idéia de onde quer chegar com sua empresa, além de um plano de ação, avaliação de mercado, avaliação de riscos, etc.. (tudo bem.... tudo isso tah dentro do Planej. Estrat.... mas eu queria encher linguiça (já sem trema..).. posso? )

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buáááááááááááááááááááááááááá
o sistema num aceitou o título... deletou mais da metade do que eu tinha escrito...
vou tentar resumir (apesar de saber q não tem o mesmo efeito)
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Agora, imagine que você é sua empresa. Já definiu plano de ação? Metas? Fez um planejamento estratégico?
Se não achou a idéia esquisita.. "PARABÉNS!!". Se achou a idéia esquisita, estranha, muito viajada, e por aí vai..... foi mal, mas guardo os "PARABÉNS!!" para quando achar a idéia aceitável.
Foi mal se ofendi alguém... mas depois que comecei a enfrentar idéias estranhas como simplesmente idéias diferentes, ficou mais fácil avaliar pontos positivos e negativos das mesmas... e vejo muito poucas desvantagens nessa idéia.

Sobre as outras atividades... Considero um único motivo para tê-las iniciado, que é uma espécie de filosofia: "Tente.. na pior das hipóteses, vai voltar ao que era antes". Muitas pessoas dizem isso.. cada uma com seu jogo de palavras, mas que têm +- esse significado. Acho um grande incentivo para fazer coisas novas (coff.. empreendedorismo... coff..).. mas dá um problemásso comigo: Não gosto de quebrar contratos.. Contratos esses mais de confiança do que de papel assinado (que raramente há...)....
Mas, de certa forma, aprendi a conviver com a sobrecarga de atividades... Como nenhuma delas requisita a noite... utilizo-a para adiantar os serviços.. só falta dar um pouco mais de gás para as matérias do curso... (Cálculo principalmente...)

O que mais me motivou a escrever hoje foi o desejo de expressar parte de como me sinto em relação a meus pais.... mais precisamente de como me sinto em relação ao modo como injetaram idéias em minha mente..
Se algum dia eu tiver coragem de expor isso a eles... provavelmente ficarão sabendo...

Bem.. é isso.
Até a próxima...

E... trabalhem no seu futuro... ele depende de você.
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